Homem lorde
Despontou como luzerna matutina
trazia no olhar o lumem âmago
nas mãos toda uma vida coralina
Esparzindo mais e mais pressago
Folgo em dizer que o amor alucina
Traz ao ansioso corpo precioso afago
Culminantes estradas que ditam a sina
dias inolvidáveis, comer o fruto,o bago
Sem embargos e fúteis solenidades
Em adoração a esse homem-lorde
arranco a decência a dentes sem vaidades
Cravo-lhe as unhas nas costas e há recorde
sobe a temperatura, explode a voracidade
Gozos em néctares até que o dia nos acorde!
Nenhum comentário:
Postar um comentário