
CORCEL NEGRO
Surpresa chegou à palidez do dia Corcel negro, alma do selvagem Na noite se expandia, miragem Peregrino voraz que a ela invadia
Vinha sedento, beber em suas mãos Dos virginais montes eretos Das águas doces em multiplicação Contraposto daquele corpo preto
Amplidão a ungir-lhe as retinas Orvalho que no calor derrete Impregna, verve, súplicas
Branca tez, nubente margarida Perdeu o véu em mulher se converte Num espasmo bucólico da vida! |
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