sábado, 2 de janeiro de 2010

Sim às fantasias!





SIM ÁS FANTASIAS!

Á tardinha ouve-se os sinos do campanário
Romântico ocaso, com aromas sutis
Ternura advém dos madrigais imaginários
Que no apogeu gera pérolas e rubis.

Em evoluções transcendentais
Corpos acesos, sombras indefinidas -
Vastos relvados, prazeres cabais
Sedução do astro-rei, e ela deliram...

Lá vai ele a desnudar a dama fria
Aquecê-la com abraços e beijinhos
Enquanto nós recomeçamos os carinhos

E um grito surpreende a folia
A lua aflita aos gemidos se pronuncia
_Exéquias nunca mais, sim às fantasias!

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