Á tardinha ouve-se os sinos do campanário Romântico ocaso, com aromas sutis Ternura advém dos madrigais imaginários Que no apogeu gera pérolas e rubis.
Em evoluções transcendentais Corpos acesos, sombras indefinidas - Vastos relvados, prazeres cabais Sedução do astro-rei, e ela deliram...
Lá vai ele a desnudar a dama fria Aquecê-la com abraços e beijinhos Enquanto nós recomeçamos os carinhos
E um grito surpreende a folia A lua aflita aos gemidos se pronuncia _Exéquias nunca mais, sim às fantasias!
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