“Poeminha” de ano novo
Fogos de artifício ardem
Hortelã no céu da boca
Louca... Desejos invadem
Meia noite, hora da loba
A visão percorre o infinito
Das luzes que vem de um olhar
Sinto a pulsação das veias
Súbita ereção se vai às peias
Caninos expostos,
Rasgam-se as cortinas
Entre olhares...
Feliz Ano Novo!

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