BRUXEDOS
Ás vezes sou menina, meiguice
Noutras sou mulher, livre, solta
Não importa se sou catapulta
Minhas guerras são embutisses.
Se visses meu tiro certeiro...
Meus beijos em fogos de artifícios
Minhas pernas em bamboleio
Meu corpo em chamas
Ritual pagão de bruxa, malefícios
Feitiços no meu caldeirão, entornam
Estás pronto para ser digerido
Sorvido, meu prato favorito
Sei, tu sorris agora, emoções te tomam
Queres se atirar ao fogo, ao delírio
Desta poesia livre de subterfúgios!
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