Meu corpo á espreita do teu... Na fantasia, mente viajante Pensamentos em barcos de papel Naufragam a cada instante Vertem lágrimas dos olhos do céu E tu navegas ébrio por brumas Não vês meu corpo de mulher A espreitar teus anseios e rumas Em destino contrário, fado do viver Distam-nos os áureos tempos Sobrevivemos de nostalgias Sem porto, somos lamentos Tento num último suspiro empurrar Manter a nau em calmaria Nesta minha sofreguidão por te amar! |
Nenhum comentário:
Postar um comentário