OPULÊNCIA DO PRAZER II
Eis que suposições e tantos pensares Fazia do semblante um tétrico olhar Revoltava-lhe saber-se só, em pesares Um viver fadado aos azares, sem amar
Desolada, mal amada...Ríspidez Esquecera o sentido de um sorriso Fechou-se para o mundo, insensatez Sem um talvez, sentimento tão impreciso
Desabotoou a blusa com violência O volume á mostra, soltos ao vento E gritou que perdera a decência
Vencida pela solidão, nefasto tempo Assumiu-se mulher em opulência Entregue á paixão sem mais negligências.
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