sábado, 31 de outubro de 2009

Lua cheia





LUA CHEIA

Quando o brilho baixava na janela
Adentrando o espaço sem pedir licença
Feito um ladrão desnudava a bela
E ela diamante aceso a refletir

Reflexos e trajetórias do sentir
Almas mutantes a acasalar
A sombra da paixão a luzir
Projetando um só corpo ao luar

Indizível cumplicidade e luxúria
Lua cheia de provocações e lascívia
Branqueia, gira e a voltear faz tremer.

É uma luzerna esplendorosa!
Nos meus olhos, plena, audaciosa.
Dos amantes o arroubo, o prazer!

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