OPULÊNCIA DO PRAZER
Silhueta obumbrada no anoitecer
Antecedia-lhe plácido âmago
Esquecera a opulência do prazer
Mas sem querer provou um afago
Embriagou-se, doida saiu a correr
Pelos vastos olivais verdejantes
Sensação que não pudera prever
Não estava na obra de Cervantes
Explodira o peito, tremera o mundo
Calor e frio era amor profundo
Despira-se então do véu da virtude
Foram as plumas ao vento voraz
Esquecera-se do viver fugaz
Para ser mulher em plenitude!
Silhueta obumbrada no anoitecer
Antecedia-lhe plácido âmago
Esquecera a opulência do prazer
Mas sem querer provou um afago
Embriagou-se, doida saiu a correr
Pelos vastos olivais verdejantes
Sensação que não pudera prever
Não estava na obra de Cervantes
Explodira o peito, tremera o mundo
Calor e frio era amor profundo
Despira-se então do véu da virtude
Foram as plumas ao vento voraz
Esquecera-se do viver fugaz
Para ser mulher em plenitude!
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