segunda-feira, 26 de outubro de 2009

ETERNAMENTE BRISA



                                                                                     



ETERNAMENTE BRISA

Em imensidão de cânticos
Sagrados disparam as nuvens
De algodão,
Espalhadas pelo vento,
Em acalantos e prantos a
Consumar a paixão.

Carruagens vermelhas
Desfilam a toda brida.
Em lentidão somente as horas
De aconchego,
A música do piano, partitura
Extraída de um sorriso do amor
Explicito,  a bafejar na alma,
A paz, a calma.

Amor que chora lágrimas da
Perfeição, que perfeito seria
Se houvesse na eternidade
Mais um dia...(para estar contigo!).

E outro, além, para sempre,
Infinito, constante, eternamente
E deste poeta à rima exata, conexa,
Direta, simplesmente brisa!


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