sábado, 31 de outubro de 2009

Proibida




PROIBIDA

Azul proibido, brilho
De magnitude plena
A invadir minha casa
Sem permissão.

De posse da alma,
Senta-se na cama,
Arranca a roupa
E diz que me ama.

Faço-me frágil,
Finjo desmaio,
Que nada sinto,
Homem objeto.

Eufórica pelo domínio,
Usa-me até o ápice,
E eu para não estragar
O momento
Sufoco o grito
No travesseiro.

Um comentário:

  1. eu adorei a história da fada proibida!! e tambem eu achei o olhar dela muito meigo e tamto q minha tia vai fazer uma tatoo dela
    bjos!!!

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