
Apenas um café!
Digitais anseio-as na minha pele
Nas linhas das mãos busco equilíbrio
Nos montes deslizo minha verve
Unhas esmaltadas com o jornal diário
E tu olhas o tráfego, a televisão
Milhões de programas se alocam
Na mente, neurônios em convulsão
_Um café! Gritamos juntos e nos olham
Abro então meu Charles Baudelaire
Metáforas escapam por entre os dedos
Emoções nascidas nos cabelos com laquê
E porque, pergunto eu?_ Demoraste tanto!
Aflita esperava o toque das tuas mãos
Nas meias de seda que traduz o encanto!
Nenhum comentário:
Postar um comentário