sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Coisa íntima








COISA ÍNTIMA!

Outra vez te estranhei na imensidão
Albatrozes voavam ansiosos,
Imagens projetadas pela emoção
Tornavam o momento glorioso

Violei as leis da natureza
Barco rumando num círculo vicioso
Seguindo as marés da certeza
Atracando em teu corpo, porto libidinoso

Nas areias brancas tão nubentes,
O mar saboreando o sal
Explodindo em ondas sorridentes

E estranhei a miragem marítima
Entre nós é tudo tão normal
Mas febre de desejo é coisa íntima!


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