QUE VENHA O MAR!
E porque não desejar os encantos do mar?
Nauta em embarcação que há muito ancorou
Partir sem definir o curso, não quero ciência.
Não vou me ater em monólogos,
Que me venha o teu mar,
O amar em imensidão sem folclores
sem outras indecisas previsões de tempo.
Vou navegar em teu corpo salgado,
Sobre tua carne que me sacia e
Danem-se aqueles que vivem á deriva,
Á margem,
Ás sombras.
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