sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Silencioso mar



                                                                                     



SILENCIOSO MAR

Fogo abrandará ao anoitecer?
Febre insana atormenta os sentidos.
É dor, é alegria, é o meu viver!
Amar o mar valente, garrido.

Meu corpo frágil de mulher,
ondas revoltas ao luar,
que fragilidade finge ter
e provoca brancas espumas
em teu ser.

Tua boca, o sal, sede de amar,
o mar que vai me levar.
Que se mantém silencioso
a esperar
meu regresso, o riso jocoso...
Insinua-se no rosto, não preciso
Falar.

Então me abraça vitorioso.
Na imensidão olhos maliciosos.
Minha pele queima, a carne clama,
A boca te chama aos beijos preciosos.
O teto girando e nós delirando na
Cama!


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