
ENQUANTO EXISTIR AMOR
Eis que me abandonas oh sorte! Falcatruas e penhores, dores Nos sábios jogos da nefasta morte Com risote, aspecto vil, magrote
Talvez a couraça o pesar suporte Vês? A cruz que carrego são flores Dos espinhos, cicatrizes e cortes Que aportes! Inda resta-me amores!
Que sejam falsos, tu te importas? Reluzem como ouro e são de lata Este peito traz o aço e não entortas.
Sincera também não o é, te delatas! Dilatado anseio, explode tua aorta Quando a bela entra por aquela porta!
|
|
Nenhum comentário:
Postar um comentário