SUB(MISSÃO)
Vou consumir-te até o
O suor explodir em teus
Poros.
Desalinhar teus cabelos,
Emaranhar-me em teus
Pelos.
E pelo que sei gostas de
Ser possuído.
Desabotoarei cada um dos
Botões desta camisa social.
Até que implores para que eu
Desça um pouco mais
E arranque cada perna das suas
Calças.
Passo a passo até chegar as
Meias e sem meias ações,
Deixá-lo em nu artístico e
Pintar tua expressão com meu
Batom no espelho esfumaçado
Pelo teu hálito quente.
Submisso, ansioso pelo ato
Final, amarrado à cama,
Sentirás o peso do meu corpo,
Matando teus desejos.
Minha língua sufocando as
Palavras...
O poema não tem rimas, agora
Tu estás por cima.
È a minha vez de mudar de
Posição num jogo de entra e
Saí e lá vai...
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