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POR AMOR...EU SIGO!
Pois se do amor fiz meu caminho
A dor, deixo-a, a mercê dos abutres
Que as devore, livre estou de definho
Porém silêncio, eles são tão vis, futres
Calvário é reservado aos desiludidos
Desavisados, a solidão negra existe
Insiste, coração a enfartar num descuido
Fartas lágrimas, por que ser tão triste?
Solitária estrada de quem não ama
Sem chamas da paixão, sem cama
Coração amargurado, infelicidade proclama
Portanto direi que um querer inflama
Tua insensatez, esta megera se doma
À luta, busca outro amor, saí da redoma!
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